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domingo, 2 de novembro de 2014

Na conta certa

Dias loucos...
Gente que não compreende, ou não quer se entender?
Que não descobre, ou decide não achar?
Que quer o "mais", mas se contenta com o "médio".
Fonte: Figura, Weheartit.com.
Citação de "As Vantagens de Ser Invisível",
de Stephen Chbosky.
Ou não quer nada, mas finge almejar.
Dias loucos...

Gente que passa, que fica, não importa, pouco se importa...
Que tem pressa, mas prefere postergar.
Tem fome, mas faz voto de jejuar.
Decide, mas não sai do lugar.
Que encontra, mas prefere perder.
Dias de quê?

E quem paga? Eu? Você?
Pagamos todos, cada um a seu modo.
Uns com alegria, ou com euforia, fantasia...
Uns com a ilusão, outros com a reclusão.
No final, aceitamos a conta do que decidimos.
Cada um o seu quinhão.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Lugar x espaço

"Quem foi a Portugal perdeu seu lugar"
Fonte: Portal RAC
"Quem foi à roça, perdeu a carroça"
"Quem foi ao vento, perdeu o assento"

Quem conquista seu próprio espaço de forma limpa não teme ser roubado.
Quem vai para Portugal pode ter seu trono furtado, mas jamais sua majestade.

Pode perder o lugar, o assento.
Mas quem o tomou, terá que conviver com a sombra daquele que foi usurpado. E com o eco de sua própria consciência.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Primeiros

Jamais tomo decisões baseada em primeiras impressões.
Compro o livro pela capa, sim. Mas só o julgo depois de lê-lo.
Não acredito em amor à primeira vista.
Pode ser que haja uma atração instantânea, uma fagulha, um início. Só isso.
Não dá para prever o tamanho do incêndio apenas com a chama no fósforo.

Primeiro beijo, primeiro olhar, primeiro emprego, primeiros erros.
Primeiros servem como norte, como base, como lembranças.
Sentimentos são construídos com o ouvir, com o perceber, com o encantar.
Primeiros contatos apenas abrem portas ou janelas.
Te dão uma ideia do que pode existir; não a experiência, não o sentir.
A visão é limitada quando espiamos.
Para conhecer é preciso cruzar o portal, dar um passo a mais.
E depois decidir se vale à pena ir adiante.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Faltando um pedaço

Em abril fez dois anos que perdi uma parte do meu coração.
Achei que logo ele se reconstruiria,
que - como uma estrela-do-mar - se refaria...
Bastaria dar tempo ao tempo!

Ao tempo, dei tempo...
Ao que restou do meu coração, esperança.
Depois, dúvida.
E então a desilusão...

Esse pedaço amputado do coração, extirpado, de mim arrancado...
Recuperado sei que não será.
Preencher o espaço vazio... Como assim? O pedaço não mais está!
Foi-se! O perdi!

Lágrimas? Para quê?
Terei que me adaptar, aprender a viver com o que dele sobrou, pois não existe um "transplante".
Na verdade, já aprendi a conviver com esta ausência...
Como se esta falta fosse uma distante presença, porém uma presente lembrança.

Sou feliz com a fração que comigo ficou, e acredito que - Sim! - a usarei bastante.
Me sinto plena... mas não por inteiro.
Porque, como feitiço,
aquele pedaço do meu coração ainda pulsa, todavia longe de mim.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Humanos de Ferro

Assisti ao terceiro Homem de Ferro no sábado.
(Quem ainda não viu, cuidado ao ler o restante!)

Suspiros à parte por causa do Tony Stark/ Downey Jr, gostei muito do filme. De como foi conduzido.
A maioria dos fãs não curtiu, dizendo que tinha pouca ação.
Teve pancadaria na medida certa, humor comedido e inteligente, e uma mensagem velada por trás de explosões e efeitos especiais espetaculares.

Imagem: leagueofcomicgeeks
Me fez pensar em como somos na realidade, fazendo um paralelo com este que, na minha opinião, é o mais humano dos heróis Marvel.

Todos mantemos "estilhaços" pelo corpo, com os quais aprendemos a conviver através de algum dispositivo louco que colocamos no peito, impedindo que atinjam nosso coração. Porém, há um preço: exige um auto-controle, uma necessidade de lucidez fora do comum.

E aí vem a agitação, a insônia, uma condição que não conseguimos explicar quando nos perguntam: "Como você está?"
Respondemos que está tudo bem, mas ficamos remoendo: "Será? Como realmente me sinto?"

A Tony Stark chegaram as crises de ansiedade. Se até para ele, que é um personagem fictício, a coisa ficou feia...

Por fim, ele se dá conta que não é a armadura, o reator no peito que lhe dá superpoderes. Ele só precisava tomar coragem e se livrar das fagulhas. Porque, mesmo sem a armadura, ele é o Homem de Ferro.

Na verdade, somos todos.
Basta cairmos na real e expurgarmos os estilhaços.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Check!

Relatório de leitura, data terrestre (não estelar): 22/04/13.

Até agora já li (este ano):
  • As Vantagens de Ser Invisível (lindo!);
  • A Idade dos Milagres (purgante, anti-clímax total);
  • O Mistério do Chocolate (muito legal, inclui receitas de cookies).

Estou lendo atualmente:
  • Minha Vida Indecisa (Presente de aniversário, amando!);
  • Os Pilares da Terra V. 2 (tinha dado uma parada para ler os outros, mas sei que Ken Follett me perdoa o deslize).

Mais alguns já entraram na lista de compras para este ano:
  • Bem Mais Perto;
  • Garota Exemplar;
  • A Culpa é das Estrelas;
  • Marina;
  • O Prisioneiro do Céu;
  • Primeiros Socorros para Fadas e Outras Criaturas Fabulosas;
  • Cama;
  • Curvas de Aprendiz;
  • 1Q84;
  • Antídoto;
  • A Questão Finkler...
Ah, os outros todos da foto de janeiro permanecem na fila.
Quem mandou eu entrar na livraria novamente!...rs
Fonte: studiomangarosa.com.br/blog/2012/05/criativas-estantes-para-livros/

domingo, 6 de janeiro de 2013

Eu leio sim...

No início do ano sempre faço a lista de livros que vou ler.
Ou melhor, tiro retrato da pilha dos já comprados/ emprestados/ ganhos.

O caso é que ao longo do ano me interesso por vários novos, e leio apenas uma parte da pilha fotografada em janeiro, porque vou comprando e lendo outros tantos.

Quem me conhece sabe que sou capaz de comprar livros porque gostei da capa, ou do nome. Para dar uma "filtrada", quando entro na livraria não compro de cara, tiro foto com o celular. Me acham maluca, mas que se dane. Eu já estaria falida se adquirisse todos os que me chamaram a atenção. E pesquisa de preço faz muito bem à saúde do bolso. Procuro pagar no máximo R$ 20,00 por cada.

Como exemplo dos "extras" de 2012, cito O Buraco da Agulha, de Ken Follett; Feliz por Nada, da Martha Medeiros; e @mor, de Daniel Glattauer. Ah! E claro, 50 Tons de Cinza (que confesso não ter curtido muito).

E como minha compulsão por livros aumenta em dezembro, já comprei 5 para reforçar a lista desse ano:

  • Um Lugar na Janela
  • O Mistério do Chocolate
  • O Enigma do Morango
  • As Vantagens de Ser Invisível
  • Morte Súbita (ansiosíssima para começar esse novo da J.K.Rowling).

No momento estou lendo dois: Os Pilares da Terra v.2; e A Idade dos Milagres.
Juntando com os que peguei emprestado, somam-se 20 títulos!

Decidido: não posso entrar em nenhuma livraria até abril!
Vejam o tamanho da encrenca aí embaixo.

Quem quiser emprestado depois que eu ler, me avisa!

Beijos, boa semana a todos!



sábado, 5 de janeiro de 2013

O Quase

Esta é a breve história do "Quase".

Primo irmão do "E Se...", Quase é um pouco tímido.
E orgulhoso também, diga-se de passagem.
Apesar de gostar muito do "Provavelmente" e do "Sempre", Quase não se dá bem com eles.

Às vezes, Quase pega o telefone. Olha para o teclado e fica ansioso para discar aquele número que até já fez questão de esquecer, mas que não consegue tirar da agenda.
Quase liga? Ou não liga?
Fonte: http://tecnoartenews.com/noticias/
Quase disca. Quase fala?
Não... Quase desiste...
Mesmo querendo gritar, Quase cala...
Embora Sempre sinta saudade, não é lógico insistir.

E Se vem a dar certo? E Se não importa mais, E Se já esqueceu?
Provavelmente não sabe, mas... melhor não arriscar...

Quem ganha nessa história?
Não é você. Nem eu.
Talvez, só mesmo o Quase...


domingo, 26 de agosto de 2012

Você tem rede social e seu amigo(a) não interage?
Não manda e-mail, não responde SMS, nunca te telefona?


Ah... Essa pessoa na verdade MORRE de saudade...
De quem, eu realmente não sei.






Fonte: http://firstblogjj.blogspot.com.br/2011/04/just-wondering.html

domingo, 29 de julho de 2012

O que você vai ser quando crescer?

Algo começou a me intrigar: por que existe gente medíocre?
Uma coisa é a pessoa não querer chamar a atenção para si, ser "low profile".
Outra totalmente diferente é querer viver apenas "de pão pullman".
Há expressões que me causam assombro, como:
    - Ah, o que me importa é que no dia X meu pagamento está lá!
    - Não sei, eu só trabalho aqui.
    - Não sou feliz mas tenho marido.
    - Deixo a vida me levar, vida leva eu.

Sério mesmo? Os valores estão se invertendo, ou sempre foi assim e eu nunca percebi?
Será que agora em vez de sermos incentivados a sermos incríveis, nos dizem para sermos medíocres?

Pessoas medíocres não nasceram assim. Nos tornamos medíocres quando aceitamos viver a versão mínima de nós mesmos. "Não quero luxo nem lixo", dizia titia Rita, mas também não me conformo com o básico.

Não quero viver uma sucessão de dias apenas.
Quero acordar e ir animada para o meu trabalho, quer seja na minha empresa ou na de outrem.
Saber que tenho um marido/ ficante/ noivo/ namorado que está comigo porque ambos desejamos assim, não por conveniência.
Ter um propósito, saber que estou amadurecendo a cada dia. Ter aquela sensação de quando somos crianças, que estamos crescendo.

"O que você vai ser quando crescer?" A primeira vez que achei engraçado ao me perguntarem isto eu estava com 18 anos, e uma criança de 8, minha aluna, me indagava, curiosa.
Mais de 20 anos depois, percebo que ela enxergava que eu não tinha crescido ainda. Ela estava certa. Ainda estou "crescendo".

O que eu vou ser quando crescer?
Que essa pergunta jamais me deixe! Quando eu não quiser mais respondê-la, será sinal de que envelheci, e estou prestes a deixar meu legado.
E que este legado seja o da gratidão, do esforço e da alegria de viver.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Do trigo

O que pensar de alguém que vira para você e diz:

- "Sua opinião é muito importante para mim.
   Tudo o que você pensa ou fala, eu faço o contrário."

De cair o queixo, né?

OK... Decepções acontecem todos os dias, com várias pessoas. Não sou diferente de ninguém.
Dói, mas não aleija.
Arranha, mas não arranca pedaço.
Fere, mas não mata.

Minha realidade hoje não é bem como planejei.
Porém, o que me faz não perder a noção é saber exatamente como sou.
Continuo precisando de minha família, de meus amigos.
Mas não é isso que me define.

Sou meus atos, e não apenas meu discurso.
Não vivo para agradar os outros, mas também não dou motivos para sentirem vergonha, porque não atropelo sentimentos alheios para atingir meus objetivos.

E quanto a você, que está vivendo ao sabor do vento...
E que, no fundo, só se importa com sua fina estampa...
Feliz vida!

A ventania serve também para separar o joio do trigo.
Agradeço a Deus por isso.

domingo, 22 de abril de 2012

Pensando friamente...

Para conquistar um espaço na sociedade, primeiro você precisa “criar” um papel que represente melhor as suas habilidades e consiga se adaptar ao ambiente. Compor sua personalidade/personagem com seus dons, seu conhecimento, sua experiência. Manifestar seus desejos e mostrar suas capacidades e suas idéias, sem se importar com o que os outros irão pensar.

A crítica só vem depois do espetáculo.
Alguns torcerão o nariz, mas com certeza outros se identificarão.

Mostre-se.
Exponha-se.
Imponha-se.
Seja!


terça-feira, 20 de março de 2012

Proibido em público (pelo menos para mim!)






Comer morangos com calda de chocolate.








Cantar "Need you Tonight", do INXS.






Dançar "Kiss", do Prince.





Ter o olhar TÃO transparente.







quinta-feira, 8 de março de 2012

E se...

E se me tirassem... tudo?
Tudo o que é material, que dizem ser indispensável ao bem estar de alguém?
Me restariam os ombros dos amigos, o carinho do meu filho, o apoio da família...

E se me tirassem a família, os amigos?
Ainda assim ficariam as lembranças dos bons momentos, da esperança, da luta...
O sorriso de um estranho, a vontade de fazer parte e de recomeçar.

Só a minha essência é o que não pode ser roubado, ser usurpado.
E se, como num pesadelo surreal, conseguissem me tirar até isso...
Apagar o que vivi, o que aprendi...
Ainda assim restaria o amor que sinto.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O que te faz feliz?

Céu azul com nuvens brancas.
Preparar o leite do meu filho de manhã (=D).
Campo de margaridas.
Crianças brincando.


Som de gargalhada.
Atenção dos amigos.
Assistir seriado com minha irmã.
Colo da minha mãe.
Passeio com meu pai.


Receber cartas (as escritas à mão, correspondência mesmo!).
Banho de mar, banho de cachoeira, banho de chuva, de banheira, de chuveiro... enfim: banho!
Olhar o rostinho do Biel (sim, sei que já falei dele...rs)
Casa cheia.


Bem, um montão de coisas... mas as mais simples são as mais intensas.


E você?


Figura copiada do blog Simplesmente Marie (http://simplesmentemarie.blogspot.com)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Diga lá...

Cinema?
Sempre, com pipoca.

Diversão?
Melhor com amigos.

Amizade?
Sem restrições.

Riso?
Prefiro gargalhada.










Dança?
Yes, please!

Abraço?
Só se for sincero.




Beijo na boca?
Só se for com romance.

Amor?
Não um quarto, não pela metade...
Só se for por inteiro.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Para os daquela época: A Turma do Banquinho

Transcrevo aqui parte de uma troca de posts, que descreve maravilhosamente uma das fases mais felizes da minha vida. A maioria não vai entender do que se trata, mas para quem viveu "o banquinho"... ah... Quanta saudade...

Yan: Márcia, hoje me lembrei de você e dos nossos tempos de banquinho (inesquecíveis) . Estou em casa assistindo Star Wars V (THE EMPIRE STRIKES BACK) e estava explicando para minha enteada o contexto que esse filme foi lançado, sua inovação, mensagem e o principal PODÍAMOS ASSISTIR VÁAAARIAS SESSÕES COM UMA ÚNICA ENTRADA !!!

Márcia: Saudade dos tempos do banquinho!...rs... Nossa principal preocupação era decidir se assistiríamos a sessão da tarde, ou se íamos dormir... hehe

Yan: Isso mesmo, fora o CRISTA-DE-GALO UNPLUGGED, dudu e a Simone Pandeiro falando besteira, a Maninha suspirando pelo piolho, o Zé Marco, Julio Araujo e o Claudio Galinha zoando todo mundo, o Alberto falando da Cristine, a Cláudia e seu papo-cabeça, o Titio com papo universitário, a Patricia Carla como bad-girl, a Valéria Carmo sempre contemporizando as diferenças, fora o Alexandre Sacramento que de vez enquando aparecia com seu humor inigualável!!! Realmente muita qualidade, variedade e o principal, diversão com um certo toque de informação com cultura (haja vista que não existia web).

Para você, que sentou conosco naquele banquinho, um beijo mais que terno.

domingo, 13 de novembro de 2011

Alguns telefonemas inesperados são como beijos surpresa:
desconcertam, alegram, adoçam o dia!

Estar perto nem sempre é possível, mas só ouvir a voz...
já aquece o coração!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Minha versão de lingerie day

Aparecer de lingerie numa foto na net? Nem que a vaca tussa!

Mas pensei em uma maneira mais divertida e proveitosa para fazer um lingerie day:


  1. coloque todas as suas calcinhas e soutiens em cima da cama. TODOS!


  2. separe a lingerie que é desconfortável: aquela calcinha que te aperta, ou fica entrando; aquele soutien que o ferrinho já está incomodando.


  3. coloque esses instrumentos de tortura num saco plástico e dê um nó.


  4. separe agora as calcinhas e soutiens feiosos, ou que já cumpriram sua missão neste mundo.


  5. coloque os patinhos feios em outro saco. Dê um nó.


  6. reavalie agora a (pouca, provavelmente...rs) lingerie que sobrou. Tem mais alguma que não mereça retornar à sua gaveta? Este é o momento!


  7. decida agora se irá guardar os sacos ou se dará um destino digno a eles. Ou seja, o lixo!

Compre apenas lingerie confortável e bonita. E use os soutiens e as calcinhas bonitas e confortáveis todos os dias. Mas tem que ser nessa ordem! Bonita primeiro, confortável em seguida. E tem que ter os dois adjetivos na mesma frase. Ou melhor, no mesmo sujeito; nesse caso, você!..rs

Depois me falem da melhora da auto-estima. Lingerie bonita estimula até a começar ou manter a dieta. Está valendo, não?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Momentum


Quero me sentir sensata.
Quero me fazer superior
Do fundo tirar a dor
E no raso, manter a aparência de normalidade...
Na face um sorriso
Mesmo que no olhar uma sombra, uma queixa, um "por quê?".

Prossigo, e percebo que não é à toa que se diz "fim".
A palavra é curta com um propósito:
Que não passemos muito tempo saboreando seu gosto.
Que seja breve, então, o amargor, o dissabor.

Que o momento se arremate,
Que o tempo se abrevie
E que a vida...
Esta, sim, se renove.