E eis aqui. Um pedaço da minha memória, que hoje em dia já está mais para vaga lembrança. Aos poucos eu pego o jeito! Um beijo a todos, boa semana!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Diga lá...
Cinema? Sempre, com pipoca.
Diversão?
Melhor com amigos.
Amizade?
Sem restrições.
Riso?
Prefiro gargalhada.

Dança?
Yes, please!
Abraço?
Só se for sincero.
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diga lá
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Para os daquela época: A Turma do Banquinho
Transcrevo aqui parte de uma troca de posts, que descreve maravilhosamente uma das fases mais felizes da minha vida. A maioria não vai entender do que se trata, mas para quem viveu "o banquinho"... ah... Quanta saudade...
Yan: Márcia, hoje me lembrei de você e dos nossos tempos de banquinho (inesquecíveis) . Estou em casa assistindo Star Wars V (THE EMPIRE STRIKES BACK) e estava explicando para minha enteada o contexto que esse filme foi lançado, sua inovação, mensagem e o principal PODÍAMOS ASSISTIR VÁAAARIAS SESSÕES COM UMA ÚNICA ENTRADA !!!
Márcia: Saudade dos tempos do banquinho!...rs... Nossa principal preocupação era decidir se assistiríamos a sessão da tarde, ou se íamos dormir... hehe
Yan: Isso mesmo, fora o CRISTA-DE-GALO UNPLUGGED, dudu e a Simone Pandeiro falando besteira, a Maninha suspirando pelo piolho, o Zé Marco, Julio Araujo e o Claudio Galinha zoando todo mundo, o Alberto falando da Cristine, a Cláudia e seu papo-cabeça, o Titio com papo universitário, a Patricia Carla como bad-girl, a Valéria Carmo sempre contemporizando as diferenças, fora o Alexandre Sacramento que de vez enquando aparecia com seu humor inigualável!!! Realmente muita qualidade, variedade e o principal, diversão com um certo toque de informação com cultura (haja vista que não existia web).
Para você, que sentou conosco naquele banquinho, um beijo mais que terno.
Yan: Márcia, hoje me lembrei de você e dos nossos tempos de banquinho (inesquecíveis) . Estou em casa assistindo Star Wars V (THE EMPIRE STRIKES BACK) e estava explicando para minha enteada o contexto que esse filme foi lançado, sua inovação, mensagem e o principal PODÍAMOS ASSISTIR VÁAAARIAS SESSÕES COM UMA ÚNICA ENTRADA !!!
Márcia: Saudade dos tempos do banquinho!...rs... Nossa principal preocupação era decidir se assistiríamos a sessão da tarde, ou se íamos dormir... hehe
Yan: Isso mesmo, fora o CRISTA-DE-GALO UNPLUGGED, dudu e a Simone Pandeiro falando besteira, a Maninha suspirando pelo piolho, o Zé Marco, Julio Araujo e o Claudio Galinha zoando todo mundo, o Alberto falando da Cristine, a Cláudia e seu papo-cabeça, o Titio com papo universitário, a Patricia Carla como bad-girl, a Valéria Carmo sempre contemporizando as diferenças, fora o Alexandre Sacramento que de vez enquando aparecia com seu humor inigualável!!! Realmente muita qualidade, variedade e o principal, diversão com um certo toque de informação com cultura (haja vista que não existia web).
Para você, que sentou conosco naquele banquinho, um beijo mais que terno.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Momento Florbela Espanca
Em homenagem às minhas amigas poetisas!
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Mais de Florbela Espanca? Visite o Jornal de Poesia em http://www.revista.agulha.nom.br/flor.html
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja

Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Mais de Florbela Espanca? Visite o Jornal de Poesia em http://www.revista.agulha.nom.br/flor.html
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domingo, 13 de novembro de 2011
Alguns telefonemas inesperados são como beijos surpresa:desconcertam, alegram, adoçam o dia!
Estar perto nem sempre é possível, mas só ouvir a voz...
já aquece o coração!
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telefonema
domingo, 23 de outubro de 2011
"Não quero mais esse negócio..."
Por que "jogamos a toalha" e a cretina ainda fica presa na nossa mão?
Olha só, D. Saudade, vamos combinar uma coisa:
ou ele volta logo, ou paro de pensar no que até então já se provou impossível.
Olha só, D. Saudade, vamos combinar uma coisa:
ou ele volta logo, ou paro de pensar no que até então já se provou impossível.
Minha vida já seguiu, mas o teimoso do coração, não!
Enquanto isso, uma canção de Tio Tom para lembrar a fossa nova - Ops! - Bossa Nova.
Enquanto isso, uma canção de Tio Tom para lembrar a fossa nova - Ops! - Bossa Nova.
Chega de saudadeTom Jobim
Vai, minha tristeza,
e diz a ela que sem ela não pode ser.
Diz-lhe, numa prece,
Que ela regresse porque eu não posso mais sofrer.
Chega de saudade,
a realidade é que sem ela não há paz,
não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca.
Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de você longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver sem mim
Vai, minha tristeza,
e diz a ela que sem ela não pode ser.
Diz-lhe, numa prece,
Que ela regresse porque eu não posso mais sofrer.
Chega de saudade,
a realidade é que sem ela não há paz,
não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca.
Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de você longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver sem mim
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Era uma vez... família
Era uma vez uma garota engraçada. Diferente das outras, ela não queria casar. Não acreditava em casamento, não para ela. Mas crer em família, sim! Família é a base de tudo!
O tempo passou, ela tentou acreditar por causa dos namorados que teve...
Sem sucesso...
Até que um dia, quando ela estava distraída, um rapaz conseguiu fazê-la querer isso, o "para sempre". E ela passou a crer!
Como antes já acreditava em família, sonhou então com o futuro.
Não seria perfeito, claro, mas como agora o casamento não era algo ilógico, ela acreditava que enfrentariam tudo juntos...
O casamento existe sim. Era possível, era lógico.
Mas o futuro se mostrou um presente diferente do que ela sonhara...
E foi a família, a noção de célula familiar, o amor, que novamente provou ser o alicerce de tudo.
A família para ela, como imaginada, como então sonhada, essa não será possível.
Mas o amor... ah, este só aumenta quando a gente se permite!
Cena do "Ritual da Família", do filme Lost Horizon.
O tempo passou, ela tentou acreditar por causa dos namorados que teve...
Sem sucesso...
Até que um dia, quando ela estava distraída, um rapaz conseguiu fazê-la querer isso, o "para sempre". E ela passou a crer!
Como antes já acreditava em família, sonhou então com o futuro.
Não seria perfeito, claro, mas como agora o casamento não era algo ilógico, ela acreditava que enfrentariam tudo juntos...
O casamento existe sim. Era possível, era lógico.
Mas o futuro se mostrou um presente diferente do que ela sonhara...
E foi a família, a noção de célula familiar, o amor, que novamente provou ser o alicerce de tudo.
A família para ela, como imaginada, como então sonhada, essa não será possível.
Mas o amor... ah, este só aumenta quando a gente se permite!
Cena do "Ritual da Família", do filme Lost Horizon.
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Horizonte Perdido
domingo, 18 de setembro de 2011
Meu pedacinho de pão
Vejam que lindinho, que singelo!
Beijos a todos, boa semana!
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