sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Tempo de Maria

Pois é... As férias chegaram.
Bem-vindas!

Mas como mãe de um filhote de 5 anos, "estudante" do Jardim I (com muito orgulho!), não posso me dar ao luxo de sair viajando por aí. Não só por isso. É que tantas coisas tem acontecido nessa minha vida maluca...

Minha rotina de férias está super especial e diferente. Ckeck it out!
  • acordar com meu despertador humano (filho) às 6h;
  • levantar e preparar seu leite ("branco", com iogurte ou com chocolate, à escolha do cliente...rs);
  • começar a arrumar a casa, principalmente aqueles detalhes que só podem ser revistos quando estamos de férias mesmo, tipo arrumar as fotos, listar DVDs, organizar os livros novamente... Tudo isso entrecortado por pedidos de "colinho" e "mãe, fica aqui comigo um pouquinho" ou "Vamos brincar de Baía do Tubarão?";
  • lá pelas 10h, é hora de preparar o almoço. Saudável, por Deus! E como é difícil esconder verduras e legumes na comida de crianças! Haja originalidade;
  • depois que ele come, toma banho, se veste, é hora de assistir - concentrado - "Homens de Preto", desenho da Globo que ele não entende muito bem, mas gosta para passar o tempo (Ah! O que ele realmente curte é Hot Wheels Battle Force 5!...rs). É aí que eu tomo banho e me arrumo para levá-lo à escola;
  • adoro Jundiaí! Em 15 minutos, o levo ao colégio e volto para casa, para ter uma tarde de estudo ou de sono (Posso escolher!). Cinema nem pensar, porque as sessões para filmes de adultos só começam às 16h. Como ele sai às 17h, sem chance (não gosto deste detalhe na cidade...). Aproveitei um dia desses para cortar o cabelo e ir à manicure.
Se eu tivesse uma ajudante diária, e não apenas semanal, eu diria que a vida de Maria que estou levando é ótima! Porém, como não tenho marido rico, afirmo que essa vida é somente muito boa: cuidar de filho, da casa, da variedade das refeições, de ficar bonita, de ficar culta...

É... dinheiro não traz felicidade mesmo...
Mas que ajuda a passar o tédio em Paris, é fato!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Revista dez!

Comprei a revista Claudia deste mês. Vários assuntos interessantes!

Em uma reportagem leve e instigante (A 10 minutos da felicidade, de Dalila Magarian) algumas mulheres falam sobre o que elas desejam para os próximos 10 minutos, 10 meses e 10 anos de suas vidas.

Há também algumas páginas sobre o "mural dos desejos", que já foi até personagem de livro e filme (O Segredo, de Rhonda Byrne).

No texto 10 erros que até as mulheres inteligentes cometem, de Carla Aranha e Isabella D'Ercole sobre finanças, fica o "cutucão": quando o assunto é dinheiro, ainda pensamos como nossas avós! As redatoras dão dicas bem legais para evitarmos derrapadas financeiras.

O tema velado que permeia toda a edição é sonhos e desejos. Em resumo, não apenas folheei e li por cima, como eu vinha fazendo já há algum tempo. Afinal, as revistas tradicionais, de banca de jornal, estavam bastante repetitivas e cansativas. Li e refleti sobre o que estava escrito de verdade. Os textos me instigaram a pensar sobre eles. Muitos pontos para os editores! Realmente espero que a imprensa, que perdeu espaço para a internet, reconquiste seu lugar na era da informação.

E quanto aos sonhos e desejos... Quero tanta coisa! Ainda vou depurar mais esse tema na minha cachola...rs

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Camaleoa

Vou tirar férias!
Sim! Eu também mereço!

Me peguei pensando sobre essa antecipação, esse "quase" férias.
É só comigo, ou vocês também se sentem pilhados, quase que ligados na tomada às vésperas de dias de folga tão sonhados?

Além de férias do trabalho, preciso tirar férias dos meus pensamentos. Eles andam me deixando exausta! Mentalmente, psicologicamente, emocionalmente cansada...

Optei por "enxergar o copo meio cheio", mas isso não implica em que a tarefa seja menos árdua. Pensar como Poliana requer esforço: não é fácil ver tudo pelo lado positivo. Jogar o "jogo do contente" te expõe sobremaneira, principalmente quando as pessoas esperam que você haja diferente. Uns te admiram pelo otimismo, outros acham que você é maluca, otária, boba... Outros encaram suas colocações como deboche, sarcasmo...

Portanto, amigos, para sobreviver, optei por ficar em standby. Não se espantem se eu não der mais aquele sorrisão pela manhã. É que sorrisos incomodam muito as pessoas mal resolvidas. E estas pessoas acham que estou querendo agredi-las com meu alto astral.

Ainda estou aqui, ainda estou bem-humorada, com o astral lá em cima, mesmo que o cenário seja desfavorável. Ainda sou eu. Só que, agora, optei por só mostrar isso para quem tem meu afeto. E quando estiver somente entre amigos.

Estou em outra fase, mas meu ambiente ainda é o mesmo. E enquanto ele não muda, vou dar uma de camaleoa e me adaptar. Quando meus dias voltarem a ser como uma figura de Romero Britto, largo minha "identidade secreta" e volto a mostrar que acredito que todos os dias são ensolarados.

Que seja o quanto antes...
Um abraço e até lá!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Tribalista?


Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também

Eu gosto muito dessa música.
Mas você acredita no que ela diz?

Como não sou diferente da maioria dos humanos, também considero essa questão. E como ando meio "filosofeira", resolvi destrinchar este querer.
O que você prefere? O que será que eu prefiro?

"Todo mundo quer encontrar seu par, ter alguém. "
Esse tema já foi batido em verso, prosa, coração, murmúrios, gritos...
Tem gente que passa a vida querendo encontrar alguém. E alguns outros dizendo que evitam e dispensam companhia.

Bem, sou aquariana típica: olhar no futuro, pé no chão, espírito livre. Inquieta e extravagante, não suporto me sentir presa. Muito menos prender alguém.

Entretanto, detesto superficialidade. Essa coisa de "não ser de ninguém e ser de todo mundo" ao mesmo tempo... Parece um bom argumento para se enganar, se convencer de que tudo está bem quando na verdade falta algo.

Acredito na pessoa que se sente feliz sozinha, está bem sem companhia. Mas aquele ser que sai por aí como se o mundo fosse acabar amanhã... Que coleciona "amores", que conta momentos, que só quer saber de sensações... Acredito que esteja contente, que a ele isto baste... OK.

Por enquanto. Porque quando a sensação passa e o sentimento se torna apenas uma mancha, um borrão de algo que poderia ser... Talvez seja nesse momento que a busca por outra sensação se torne inevitável. Para encobrir a realidade, tapar a ferida, saciar a falta.

Ou seja... Sensação ou sentimento?
Não pode ser sentimento COM sensações?
Ter sua inteligência em Xeque? Adoro um desafio, porém mais legal que conquistar é ser conquistada!

No final das contas, cheguei à seguinte conclusão: não sou tribalista.
Não quero TER alguém.
Quero me sentir DE alguém.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Gostei dessa terapia!

Li sobre um assunto num blog sobre coaching super-legal que eu sigo (http://lpcoach.blogspot.com/), que me deu vontade de compartilhar com vocês.

Trata-se de abraços. Não é um tema novo e existe até livro sobre ele. O mais famoso é o "Terapia do Abraço", de Kathleen Keating. Nele, a autora diz que diariamente devemos dar:
4 abraços para SOBREVIVER;
8 abraços para MANTER A SAÚDE;
12 abraços para EVOLUIR.

Fiquei pensando... "Quantos abraços eu dei hoje???"

Bem, vale lembrar que tem umas pessoas que mal sobrevivem ao dia-a-dia, outras que estão "doentes da alma", sem contar os seres de mente do tamanho de um caroço de feijão...

Logo, se você optar por distribuir abraços, lembre-se que nem todos estão prontos para este gesto de carinho, que faz bem tanto a quem dá quanto a quem recebe.

Decidi que vou evoluir um pouco a cada dia. E em tempos de globalização, vale até abraço virtual. Então, queridos, sintam-se abraçados!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

I miss you...

Eu não conhecia essa música do Incubus.
Aliás, não conhecia nem o Incubus!...rs
Mas foi escutar a primeira vez e me apaixonar pela canção, pela letra, pela voz... por tudo!
Vejam se não tenho razão.




I miss you
Incubus

To see you when I wake up
Is a gift I didn't think could be real
To know that you feel the same as I do
Is a three-fold, utopian dream

You do something to me that I can't explain
So would I be out of line if I said "I miss you"?

I see your picture
I smell your skin on
The empty pillow next to mine
You have only been gone ten days,
But already I'm wasting away

I know I'll see you again
Whether far or soon
But I need you to know that I care
And I miss you

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Esse ano ainda quero...

Rever vários amigos.
Dançar muito.
Jogar Scotland Yard, Imagem&Ação, Master, Academia...
Ajudar meu filho a escrever sua própria cartinha (ele escrevendo...).
Fazer meus pais viajarem.
Iniciar o mestrado (enfim!).
Me sentir novamente na "minha" casa.
Me afastar dos urubus disfarçados de rouxinóis.
Ser mais justa.
Ser menos tímida.
Ler os mais de 10 livros que comprei esse ano e ainda estão na estante...rs
Assistir a todos os DVDs que comprei e ainda não vi (ou revi).
Ajudar ao próximo.
Ter meu carro de volta...
Usar as roupas que não entram há algum tempo, mas que eu ainda acredito que voltarei a usar!...rs...
Achar uma van para levar meu filho à escola (ê, Junds...).
Ver as aflições dos meus entes queridos desaparecerem (já bastam os problemas, né?).
Bem... essa é minha listinha básica de desejos para a segunda metade do ano.
E a sua? Já refez?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Nova fase

Virei a página.
Troquei o disco, a estação da rádio...
Mudei o foco.

Ainda sou a mesma, só que melhorada. Nova versão, reloaded, turbinada (opa, sem silico!...rs).

Olhei pro horizonte e me encantei, me animei. São tantas as coisas que ainda pretendo fazer, que vou realizar... E tantas outras que eu ainda nem descobri que quero!

Novos desafios, mais amigos, mais encanto. Estou olhando para a vida e saboreando os momentos.

Só falta dizer que o coração está "sob nova direção"...
Ah, aí vai ser só alegria!...rs




domingo, 18 de julho de 2010

E a vida tão generosa comigo...

Sim, é um trecho da música do Vercilo, Monalisa...

E é verdade, gente. Me sinto muito, muito protegida pela vida, por Deus. Isso não significa que não acontecem coisas ruins comigo. Não! Acontecem fatos inusitados, que abalam minhas estruturas. Mas só abalam, sabe? Não me derrubam. Quando eu caio, ou é de pé, ou tem amigos por perto para me ajudar a levantar. Até nas situações mais aflitivas, Deus vem e manda alguém para me tranquilizar, para me dizer "calma, vai ficar tudo bem...".

A última vez que isso aconteceu foi no meio da Dutra, na divisa Rio/Sampa. Posso afirmar que foi a pior sensação da minha vida... Mas nem assim, nem no olho do furacão, fiquei sozinha. Ou melhor dizendo, me senti sozinha.

Obrigada, família, amigos, por se preocupar comigo. Os de longa data, os récem-chegados...

Obrigada, desconhecidos. Que não sabiam quem eu era, mas cuidaram de mim com tanto carinho. Deus não vai esquecer. E olhará por vocês como tem olhado por mim, tenho certeza.


Obrigada, Senhor, por cuidar dos seus. Por favor, continue atendendo minhas preces pelo próximo.

domingo, 11 de julho de 2010

Saudade...

Do meu filhotinho lindo...

Enquanto ele se diverte a valer nas férias, mamãe fica aqui matando a saudade de todas as maneiras: fotos, músicas, seus DVDs prediletos... E um clip de uma música que de certa forma foi a origem da escolha do seu nome, "Oito Anos".



Beijocas, filho. Daqui uns dias a gente vai se ver.
EEEEEEEEEEEEEEE!!!